Sempre ao Seu Lado (Hachiko: A dog's story)


Lasse Hallström recebeu imensos elogios e aplausos com a  sua nova produção: "Hachiko: A dog´s story". Uma história baseada em factos verídicos que ocorreram no Japão da década de 1920, sobre um cão da raça Akita nascido na cidade de Odate, na Prefeitura de Akita, que é recordado carinhosamente pela sua lealdade pelo dono, que perdurou mesmo após sua morte.
Esse cão, com o nome de Hachiko, foi encontrado pelo professor Parker, interpretado pelo actor Richard Gere, na estacão de comboios quando este se encontrava perdido. Sendo uma cria sem lar, é levado para casa do professor, que toma conta dele ao longo dos anos, e Hachiko cresce fiel e feliz, tanto que adquire o hábito de esperar a chegada do dono à estação de comboios diariamente. Passado algum tempo, algo acontece a Parker, e Hachiko vai, como de costume, busca-lo à estação dos comboios às cinco horas em ponto, porém, a sua espera prolonga-se por demasiado tempo, e apesar da ausência do professor, Hachiko continua a aparecer à estação, na esperança de encontrar o seu amigo. 
Este filme mostra a incrível lealdade que um animal pode ter pelo seu dono, e a forma como os animais demonstram o seu afecto. É com certeza um filme emocionante, porque apesar de tudo Hachiko continua à espera do seu dono, e a própria comunidade reconhece o esforço deste cão, e tenta aliviar o espaço vazio deixado no seu  coração.
Se procuram um filme que vos faça soltar algumas lágrimas, este é o ideal.

 Filipa A.

Festival de Cinema: Angel Film Awards – Monte Carlo

Festivais de Cinema como os Emmy’s, os Óscares, o festival de cinema de Cannes ou de Veneza, premeiam em todo o mundo artistas e filmes, o universo, não só diante das câmaras mas também os bastidores das grandes películas. O que te apresentamos hoje é o Angel Film Awards de Monte Carlo, um festival internacional de cinema no Mónaco.
O que o distingue das outras festividades do mesmo género é a celebração, para além dos filmes, do amor e da paz. Já reconheceu dezenas de individualidades desde a sua criação em 2003, permitindo-lhes uma integração em espectáculos de um nível superior e um maior número de trabalhos. As suas festas pós-festival são mundialmente conhecidas devido ao seu glamour e prestígio e o seu tapete vermelho está sempre repleto de deslumbrantes celebridades e de media que transmite todos os pormenores para o planeta inteiro.
Juntem-se nos próximos dias, de 2 a 5 de Dezembro, ao apelativo e mais elegante festival independente do circuito, com pessoas internacionalmente famosas, para um único e dinâmico espectáculo que este ano se orgulha de apresentar curtas-metragens em 2D contra a violência.

Catarina P.
Máscaras
Com as máscaras mudamos de personalidade e somos capazes de enfrentar tudo e todos. Algo que pudesse servir de escudo invisível viria mesmo a calhar em cercas situações constrangedoras. No entanto, não são sempre imaginárias, as máscaras são também objectos reais e palpáveis desde a mais antiga época da história da humanidade.
Pré-História
O mais antigo registo do uso da máscara, que nós saibamos, foi deixado nas paredes da caverna de Lascaux na França mostrando caçadores mascarados com cabeças de animais. Nessa altura, usar máscaras de animais era uma forma de adquirir as forças desses e garantir o sucesso da caça.  
Egipto
No Egipto, faziam-se máscaras para colocar no rosto dos mortos e auxiliar-lhes na passagem para a vida eterna, que eles acreditavam existir. Eram também usadas para propiciar a cura de doenças e evitar o perigo de acidentes.
Grécia e Roma
O uso das máscaras também teve a função protectora nalgumas civilizações, como grega e romana. Entre os anos de 700 e 675 a.C., o exército grego estava bem equipado com capacetes que eram na verdade,  máscaras protectoras. O exército também as utilizava em desfiles, e nesses, exibiam máscaras personalizadas.

Teatro
Os gregos foram os primeiros a usá-las no teatro. Elas identificavam as personagens em cena, definindo o seu carácter e sentimentos. Habitualmente apresentavam um carácter divino, talvez um herói, um rei ou um deus.
 Não buscavam só a aparência e a expressividade, mas também o recurso técnico de ampliar a voz do actor como se fosse um megafone, para que se pudesse fazer ouvir por todo anfiteatro. Isto tudo era possível graças a uma abertura exagerada dos lábios da máscara ou com a colocação de lâminas de metal no seu interior, próximo da boca.
Hoje em dia continuamos a usar máscaras, ainda que sejam mais de carácter cómico ou teatral. Enfim, máscaras de plástico ou invisíveis são sempre uma opção para o dia das bruxas, um grupo de dança, ou para jovens tímidos.

vAmPiReS SuCk - Jogar ao sério vai ser impossível.

Estamos na era dos sugadores de sangue, e para muitos, o sangue já lhes sobe pela cabeça. Para quem está farto de histórias que envolvam vampiros, lobisomens, e desse género de monstros, existe um óptimo filme para ver e rir:
 Vampires Suck” pode designar-se uma paródia pois aproveita-se de sucessos mundiais e traduz o seu sucesso numa comédia. Êxitos como: “Crepúsculo” e “Lua  Nova” , “Gossip Gril”, “How i met your mother”, “icarly”, “The Vampire Diaries”, “Hannah Montana” , “Feiticeiros de Waverly Place”,  Buffy a caçadora de vampiros” , “true blood” e muitos mais! Também mostra-nos personagens de um mundo artístico paralelo como os Jonas Brothers, a Lady Gaga, Lindsay Lohan ,Taylor Swift, os Black eyes peas e Chris Brow.
A história realça-se principalmente em torno do filme “Crepúsculo”, cujos actores pálidos e de beleza divina parou os corações de todos os românticos e fê-los sedentos por mais (provavelmente a origem de todo este fenómeno sangrento). Que melhor história há do que um amor proibido? Esperemos apenas que não tenham o mesmo destino que Romeu e Julieta, porque esses não tinham habilidades sobrenaturais nem carisma para cativar o público da mesma maneira que os Cullen fizeram. No filme, Bella é Becca, e o nosso Edward Cullen é apresentado como Edward Sullen.
Já estão a ver a imagem?
Gozam, criticam e levam ao ridículo o que muitas fãs admiram e respeitam, como eu.
Mas ainda assim gostei imenso do filme, e é impossível não soltar uma gargalhada dadas as figuras que passam pelo ecrã. Aconselho-o a qualquer admirador de comédias e mesmo da própria saga. Apreciem o filme!
Alice

Exposição CCVF: "Histories of Mutual Respect" Faz-nos Pensar.

Como devem saber, o Palácio Vila Flor acolhe as mais variadas manifestações artísticas e culturais, assegurando assim, um equipamento apto a recolher realizações e actividades diversas.
Coube-me ir visitar a exposição que se encontra no Vila Flor: "Histories of Mutual Respect". Esta é composta por curtas-metragens, cada uma faz-nos pensar e olhar para as situações da vida com que nos deparamos no nosso dia-a-dia, acabando por nos ensinar algo crucial, sentimentos como o amor devem ser mostrados, nem que seja através da música, da amizade ou simplesmente através de um sorriso.
 Durante a exposição, apercebi-me da importância da preocupação que deveríamos ter em relação ao futuro, não podemos deixar de lutar pelos nossos sonhos ainda que tudo pareça estar a correr mal, devemos sentir-nos realizados pois a vida passa a correr, escapa-se-nos por entre os dedos e desaparece.
Quando observamos uma exposição, uma qualquer, cada um de nós tem a sua própria interpretação daquilo que vê, ainda que o artista tente comunicar com todos da mesma maneira. Na minha opinião, é exactamente esse o objectivo das exposições, libertar a nossa imaginação, puxar pela nossa cabeça.
 Pelo que observei, e tendo em conta todos os meios utilizados para a realização das curta-metragens, concluí que foi, evidentemente, um trabalho muito interessante, conseguiu captar a minha atenção e puxou-me para os ecrãs de tal maneira que esqueci-me completamente do meu objectivo naquele lugar, viajei, senti e quase vivi os acontecimentos exibidos.
Concluindo, gostaria de partilhar que houve uma curta-metragem que me chamou especialmente a atenção, esta baseou-se no cinema mudo (Charlie Chaplin), mas a cores…"Big Hug".
                                                                                                                                            Marta F.